LIVRO PSICOLOGIA SOCIAL AROLDO RODRIGUES PDF

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Author:Mikagal Zolot
Country:Kazakhstan
Language:English (Spanish)
Genre:Politics
Published (Last):2 December 2016
Pages:373
PDF File Size:14.99 Mb
ePub File Size:3.32 Mb
ISBN:483-9-95666-891-4
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Ht ,e line Maria Leal AS. Bemardojablonski e doutor em Psicologia pdo lnstll ttlo Superior de Estl! E professor do Departamento de l'slrolof;l.

Au tor de livros , capftulos de li vros c artlgos l'tt 1 peri6dicos especializados nas areas de Psicologia Soda I, Famflia, Papeis de Genera e aspectos psicossocials llgados.

ISBN T' t:. Aroldo Rodrigues. Niio , mil vezes , niio! Niio existe a categoria de citncia chamada ciencia aplicada. Existe ci encia e aplica iio da ci e ncia , unidas como o fruto e a arvore qu e o produz! Louis Pasteur. I 0 vimos nos capitulos anteriores, a Psicologia Social e o estudo cientifico da.

It o logia Social fornece os conhecimentos que podem eventualmente ser aplicados. Nos capitulos precedentes fornece-. Veremos neste capitulo como muitos desses conheci-. Uma palavra de cautela se impoe. Cabe a pessoa que vai utilizar estas tecnicas decidir qual delas, dadas as ca- t. Vejamos a seguir as aplica :oes da Psicologia Social a varios contextos onde a itue- t.

A tragedia da vida niio esta em niio alcan ar seus objetivos. Benjamin E. EpictclO, secu lo I a. Quem abre uma esco la Jecha uma prisao. Victor Hugo. Professores interagem com :dn. Como vimos no capitulo 3, nossa percepr,;ao de outras pesso:t , filtrada por nossos interesses, preconceitos, atitudes, esquemas sociais, etc.

E i p tante que os professores se deem conta disto ao fazerem avaliar,;6es sobre seus a! Alem disso, estere6tipos relativos a rar,;a, aparencia fisica, classe social, rtc podem predispor o professor a tratar seus alunos de forma tal que as expectativas dnl vadas desses estere6tipos acabem de fato ocorrendo.

E, pois, absolutamente indispcu-. Vimos tambem que lm cassos atribuidos a causas internas, estaveis e incontrolaveis conduzem ao desanimo, depressao e, na situar,;ao escolar, ao abandono da escola ou perda de entusiasmo por a'l suntos academicos.

Cabe ao professor evitar que seus alunos far,;am tal tipo de atribul r,;ao a seus fracassos escolares. E seu clever mostrar aos alunos que muita coisa podc M'r conseguida atraves de esforr,;o uma causa interna, instavel e controlavel ou do mrto do utilizado no aprendizado, etc. Seligman , como veremos mais adiante ao tratar 1l. A consequencia de urn estilo atribuicional pessimista e a depressao, o desin- 11 1e s se do aluno pela atividade academica ou- se foro caso- desportiva e, eventual- IIH' nte, o abandono da escola ou a desistencia de praticar urn determinado esporte.

Deve tambem o professor esforr,;ar-se por aumentar a motivac;:ao de seus alunos a. Inumeros estudos tern demons-! I ,tdo que pessoas mais internas isto e, que obtem escores mais elevados em escalas de lor us de controle apresentam melhor desempenho escolar que pessoas externas! Como diz Chan :. Jlarece plausivel que a maneira pela qual as crianc;:as veem o que determina os resul- l. Assim, a crianc;:a coni rola d. Deutsch define uma situac;:ao cooperaliva como aqucla na qual uma pl'. Estudos conduzidos por Deutsche Krauss , Aronson ct al.

Jl 7HJ. Devem, pois, os professores trah. Sao elas o poder de recompensa, de coerc;:ao, dr r 1 ferencia, de conhecimento, de legitimidade ou de informac;:ao. Rodrigues e lt11 t'll realizaram urn estudo em escolas brasileiras e americanas, no qual procu t.

Alem desse aspecto descritivo. Os poderes de recompensa e de referencia foram percebidos com bastantc dencia pelos alunos no dominio cooperativo. Urn dos dados mais importantes do cs 1rul 11 foi o que mostrou uma correlac;:ao positiva entre rendimento academico e percepc;:ao d poder de informac;:ao como sendo o exercido pelo professor; o mesmo se verifico u r relac;:ao a poder de informac;:ao e satisfac;:ao do aluno com a escola.

Correlac;:oes ncgall vas foram encontradas entre estas variaveis e o poder de coerc;:ao exercido pelo prolr" sor. Quando os estudantes percebiam seu professor como se utilizando prefercrllt mente do poder de coerc;:ao, seu rendimento e sua satisfac;:ao com a escola diminuialll.

Em nenhum dominio, todavia, esta base de poder foi mais frequentemente indic Estudos sobre. A motivac;:ao ao dcscmpcnho. Suas ideias cau-. Estudos rr iores realizados por McClelland et al. Logicamente, o desenvolvimento de tal ca- ' 11 1erfstica deve conduzir a urn aumento do rendimento escolar. Biaggio, no estudo ci- 1 ulo acima, utilizou como amostra alunos de uma escola publica declasse media baixa d.

Segundo a autora,. Os alunos do grupo experimental foram medidos antes e depois da manipulac;:ao;. Os achados foram bastante claros. Enquanto os resultados obtidos pelo grupo-controle nao diferiram significativamente entre uma e I Utra mensurac;:ao, o grupo experimental apresentou resultados significativamente su- pcriores ap6s o treinamento realizado.

Estes resultados indicam que e possivel aumen-. Como esta comprovada a associac;:ao entre alta motivac;:ao a realizac;:ao e born rendimento escolar, e recomendavel que os professores. Alem desses fatores, a tcoria de Aildi. A motivar;ao a emprccnde 1. A par de urn certo declinio nos estudos sobre o tema em questao a partir do-,,,. Outros estudos tern como In as diferenr;as de genero, destacando as sutis implicar;oes existentes em nossa cu li Apllcac;oos do Pslcologla Social a cllnlca.

Milton Ro c keach. A vida, em si mesma, ainda e uma excelente terapeuta. Karen Horney. Nao ha dtivida de que a relar;ao terapeu- 1 t' lll' lliC tern aspectos tipicos que a diferenciam de uma relar;ao entre duas pessoas l1!

I"' 1. Psicologia Social a ela se aplicam. Em outras palavras , a Psicologia Social nao sugere ao clinico como usar ,,. Seguem-se alguns exemplos da aplicabilidade do conhe- ' cn to da existencia do fen6meno de dissonancia cognitiva na pratica clinica. Ora , sendo as- 1m , a terapia deve facilitar a ador;ao de novos comportamentos, propiciando ao cliente a 11pr;:ao por formas mais favoraveis de conduta. A verificar;ao feita em estudos sobre disso- ll,lncia cognitiva de que os incentivos e as justificativas apenas suficientes para possibili- l.

Em resumo : novas op! Estas varias maneiras nao sao igual mc lll l' I ou dificeis. Por exemplo, no caso de urn fumante que experimenta dissonanc1. Os estudos inspirados pela teoria da dissonancia cognitiva ltlitllll. Consequentemente, como salienta Brehm ,.

I 1 o di e nte d ecidir-se por ingressar no processo terapeutico dificuldade financeira ,. Sea pessoa se encontra em um estado th. Iiiii nlclade de horario , resistencias a terapia, etc. Tal expectativa decorre dos achados.

No caso de dissonancias que surgem no prOCl'""'' 1. Umas poderao ser beneficas ao cliente e outras nao. Suponhamos , por exemplo , que o cliente esteja as voltas co 11 1 11 problema conjugal serio. Suponhamos ainda que , na terapia , se caracterize o es tado.

Tal disso 11 , Como submeter-se a terapia e uma decisao, ela envolvera, necessariam c nt uma situar,;ao de dissonancia. A twrl. Acenar com prudencia para os aspectos negativos, mas conseguindo facili- LII a decisao do cliente pela alternativa que lhe e mais favoravel, fara com que o cliente,. Vimos acima que a teoria da dissonancia cognitiva pode fornecn. Ill mulados pela Psicologia Social podem ser aplicados a atividade clfnica. No capitulo 5 fizemos breve referencia a teoria da reatancia psicol6gica dr lit ao contemplarmos o fen6meno de mudanr;:a de atitude.

Dissemos que o desrjo d.

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